Com diferentes aromas e sabores, o molho tem forte presença na culinária brasileira e mundial. Que tal se aprofundar mais e conhecer o melhor do molho?

O Molho

Que tal um molho de tomate feito com o melhor tomate, com o melhor plantio, com a melhor irrigação, com a melhor colheita, feito com amor?

Desde que foi descoberto na América e levado à Europa pelos conquistadores espanhóis, o tomate nunca mais saiu dos pratos da culinária mundial. Tão suculento, virou molho, e dá aquele toque final nas massas e pizzas italianas que saem do forno para o resto do mundo.

Molho de tomate refogado, extrato de tomate, polpa de tomate, ketchup, não importa o formato, o que dá aquela água na boca é o tomate.

O Molho e suas vantagens

O molho de tomate possui Licopeno em grandes quantidades. O licopeno é o carotenoide responsável pela cor vermelha dos tomates. Existem mais de 500 carotenoides conhecidos e o Licopeno é o mais abundante deles. A alimentação rica em Licopeno está associada à redução de risco de diversos tipos de câncer, especialmente o de próstata.

O Licopeno também auxilia a saúde cardíaca! É um antioxidante duas vezes mais poderoso que o betacaroteno na proteção de leucócitos de lesão da membrana celular provocada pelos radicais livres. Ele é realçado e absorvido pelo organismo quando o tomate é levado à altas temperaturas. Por isso, o tomate cozido é uma das melhores formas de preparação desse alimento – um bom molho de tomate é um excelente antioxidante natural.

É devido a todas essas boas razões que devemos consumir molho de tomate, pois a biodisponibilidade do Licopeno em tomates cozidos aumenta e muito! Ou seja, molho de tomate é um ótimo aliado da sua saúde!

A diferença básica entre os tipos de molho é simples:
A concentração. Ou seja, quantos tomates são usados para fazer cada um. Mas não é só isso.

Os tipos de molhos

O Molho de Tomate

O Molho de tomate é o tomate pronto para o consumo. Pode conter cebola, alho, manjericão, etc. Os molhos prontos servem basicamente para economizar tempo na cozinha, podendo ser usados em massas, pizzas, ou qualquer outro prato servido com molho. É o produto em forma líquida, pastosa, emulsão ou suspensão à base de especiaria(s) e ou tempero(s) e ou outro(s) ingrediente(s), fermentados ou não, utilizados para preparar e ou agregar sabor ou aroma aos alimentos e bebidas.

A Polpa de Tomate

A Polpa de tomate é basicamente o tomate processado. É também chamada de Purê. As polpas são a opção mais flexível dos atomatados, pois servem como ingredientes para o preparo de uma infinidade de receitas. É feito com tomates sem pele e sem sementes, formando um tipo de suco de tomate. Não tem pedaços de tomate nem qualquer tipo de tempero. É levemente concentrado, mas bem menos que o extrato. Ideal para receitas em que o molho já tem seus próprios temperos ou que precisam realçar o sabor autêntico do tomate.

O Extrato de Tomate

O Extrato de tomate precisa ser diluído para ser utilizado. Ele deve ser usado principalmente para dar cor aos pratos com molhos à base de tomate, e podem também ser usados para engrossar molhos já que são mais concentrados. É feito da polpa do tomate concentrada, acrescida de sal e/ou açúcar. É o mais concentrado dos três. O extrato é recomendado como complemento para o preparo de molhos e proporciona mais cor e consistência, mas, se utilizado em exagero, pode comprometer o prato.

A Passata de Tomate

A Passata de Tomates é a polpa de tomate cozida, sem a pele, sementes, conservantes ou temperos. Você pode usar a passata quando quiser preparar um molho caseiro, pois pode adicionar os seus temperos e ingredientes para deixá-lo do seu jeito. As passatas tem um suco mais espesso composto apenas de tomate, sal e um corretor de acidez. Vem em frascos de vidro e são muito mais similares aos molhos feito em casa. Inclusive, podem ser usadas junto com dois tomates maduros descascados para produzir um molho bem encorpado.

Como armazenar seu molho corretamente.

Por muitas vezes, depois de preparar ou comprar o molho, acabamos não utilizando todo o molho que separamos. Nessas situações, o ideal é conservar o restante, até que ele possa ser utilizado em outra receita. Porém, se guardamos o molho de tomate sem alguns cuidados, veremos que logo ele perde o seu aroma, textura e coloração.

Por isso, o ideal é colocar o molho que restou em um pote de vidro, acrescentando, ao final, uma dose de azeite de oliva sobre toda a sua superfície. Sem se misturar com o molho, o azeite de oliva deve formar uma camada de 2 a 3mm de espessura, protegendo-o e conservando-o em perfeitas condições de uso, até a próxima vez que voltemos a utilizá-lo.

Também é interessante congelar a quantidade restante para usar em uma próxima receita. Congele, e antes de usar deixe na geladeira por cerca de 2h. Depois, basta caprichar nas receitas!

 

 

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