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Tomates que não estragam?

O tomate é uma das culturas mais “valiosas” do setor agrícola. A cada ano, mais de 50 bilhões de dólares são movimentados por ele. Além disso, também é um ingrediente muito popular na culinária mundial, aparecendo em sanduíches, saladas, molhos e mais uma infinidade de pratos e até sucos.

 

 

Por serem tão populares, diversos agricultores e pesquisadores têm procurado formas de melhorar a sua produtividade ao longo dos anos, gerando, assim, frutos mais saborosos, nutritivos e, principalmente, que demorem mais tempo para estragar.

 

E foi justamente isso que alunos e pesquisadores das escolas de biotecnologia das universidades de Nottingham e Londres, ambas na Inglaterra, conseguiram fazer. Eles conseguiram identificar o gene responsável pelo desenvolvimento da enzima que causa o apodrecimento do tomate.

 

A descoberta é um grande passo que pode levar a produção desse fruto a um novo patamar, garantindo variedades mais saborosas que duram mais tempo. Antes, espécies de tomate já eram cruzadas para garantir a longevidade deste. No entanto, essa resistência tinha um preço, que era descontado do gosto e até mesmo da coloração do fruto.

 

O gene, na prática, funciona como um interruptor, que diminui o tempo de amadurecimento na fruto, mas mantém as quantidades de ácidos, açúcares e aromas do tomate.

 

Segundo especialistas, com esse conhecimento, poderemos cruzar espécies “selvagens”, como o Solanum pennellii, variedade de tomate que contém baixos níveis desse gene, com espécies cultivadas em lavouras. O resultado seria um híbrido capaz de oferecer o melhor dos dois mundos.

 

http://blogsyngenta.com.br/tomates-que-nao-estragam/

 

 

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